Doença Psicossomática

 

CAUSAS, SINTOMAS LATENTES E TERAPÊUTICA ESPECÍFICA


CONTEÚDOS:

NOTA PRÉVIA. ESCLARECIMENTO.
1) . . . NA CRIANÇA – FACTORES DESENCADEANTES / “DETONADORES”.
2) . . . NO ADOLESCENTE – “INICIAÇÃO” E IDENTIDADE.
3) . . . NO ADULTO – “LIGAÇÕES DISFUNCIONAIS”.
4) TERAPÊUTICA ESPECÍFICA – DESCONDICIONAMENTO DA MENTE.


NOTA PRÉVIA:

Há mais de 2.400 anos Sócrates enunciava: “Não há doença do corpo que esteja separada da alma”. E, Platão, decerto o aluno mais ilustre de Sócrates lamentava que: “ O maior erro no tratamento das doenças é haver médicos para o corpo e outros para a alma, quando acontece que ambas as coisas não podem ser separadas” (Tepperwein, K., 2003).
A linguagem dos sintomas – erroneamente ditos doenças – obedece, por vezes, a leis cíclicas e inteligentes, tal é o caso da doença psíquica. Se estivermos preparados para apreender o que somos, não precisamos da doença para nos encontrarmos a nós mesmos, para nos sintonizarmos com o nosso mundo interior, oculto e poderoso, da Verdade Espiritual. Portanto, depende de nós – porque somos detentores de liberdade e responsabilidade – dar os passos importantes em direcção ao ESCLARECIMENTO / “LUZ”, à fonte da Harmonia entre Consciência primordial e Corpo. A integração da “LUZ” / Espírito e Corpo reestabelece o equilíbrio fundamental ao bem-estar, à saúde e à regeneração duradora. Enquanto não o fizermos, esperam-nos as lições dolorosas de experiências negativas.

CARMA, É CONSEQUÊNCIA DA ACÇÃO/DO MODO COMO USAMOS O LIVRE-ARBÍTRIO.

ESCLARECIMENTO:

A “Doença Psicossomática” está associada a sinais e sintomas “psicológicos” geralmente não-conscientes e exclusivos das zonas “cerebrais” susceptíveis de perturbação emocional. As causas – próximas e remotas – são indissociáveis de conflitos emocionais / experiências traumáticas prévias que, enquanto não estiverem resolvidas, permanecerão registadas – também – na memória celular.

A “INTERACÇÃO” MENTE / PENSAMENTO E CORPO ESTÁ NA ORIGEM DA INCIDÊNCIA DE “DOENÇA PSICOSSOMÁTICA”.

Um conflito emocional, uma experiência traumática desencadeiam pensamentos e emoções “negativos” que, por recorrência, facilitam a auto-repressão emocional e relacionamentos disfuncionais…consigo e com os outros. A patologia psicossomática é, em síntese, consequência de acumulação de factores como conflito emocional e sofrimento mental sucessivo – consciente ou latente (*) – que, no “fim da linha”, são transferidos / somatizados / exteriorizados pelo Corpo Físico.
(*) O termo “latente” remete para não-aparente, não-consciente, oculto.

 

1) . . . NA CRIANÇA


INCIDÊNCIA DE DOENÇA PSICOSSOMÁTICA NA CRIANÇA – CAUSA /FACTORES “DETONADORES” SINAIS E SINTOMAS

Se não permitimos que a criança participe nas escolhas que lhe dizem respeito, se não lhe demonstramos afectividade nem protecção, se não estimulamos o sentimento de pertença / inclusão no “grupo familiar”, se a criticamos ou ridicularizamos por pensar de forma não-alinhada, ou porque as suas opções divergem da “maioria”, estamos a contribuir para o bloqueio de fluxos energéticos essenciais para o seu desenvolvimento pessoal sustentado e saudável. A consequência directa de uma relação afectiva disfuncional é a manifestação de comportamentos disruptivos / “denúncias simbólicas” de que algo não vai bem na relação da criança com os grupos de suporte, especificamente, a Família e a Escola. Embora a criança possua (alguns) mecanismos de defesa emocional, estes estão ajustados à sua experiência. Assim, se uma criança estiver submetida a uma relação disfuncional, ela acabará por exteriorizar, de forma instintiva e simbólica, mas verdadeira, o seu mal-estar emocional com “COMPORTAMENTOS DE RISCO”, “TRANSGRESSÕES À NORMA” e “DOENÇAS” tão diferenciadas como AUTO-REPRESSÃO EMOCIONAL E AUTO-MUTILÇÃO, MEDOS E FOBIAS, INSEGURANÇA E INIBIÇÃO DA ESPONTANEIDADE, DA AUTOCONFIANÇA E DA CRIATIVIDADE PESSOAL. Trata-se de “GRITOS DE ALMA” demonstrativos de um sofrimento mental que o adulto subvaloriza e “emoldura” num léxico trivializado que transfere, para a criança, uma “culpa” que não é sua. A distracção / ignorância / arbitrariedade do adulto vai, consequentemente, desencadear um sentimento misto de injustiça e abandono que, tarde ou cedo, manifestar-se-á sob a forma de “doença” – de causa emocional – designadamente, HIPERACTIVIDADE E AGRESSIVIDADE, DEFICIT DE ATENÇÃO, DISLEXIA, PSORÍASE, EPILEPSIA, TIQUES NERVOSOS, OTITES, DERMATITES, BRONQUITES, OSTEOPOROSE DA ANCA, PERTURBAÇÕES DA AUDIÇÃO E DA VISÃO, “DESMAIOS” RECORRENTES. Se a criança sentir que a sua natureza criativa é reprimida – por aqueles em quem mais tem acreditado e a quem mais cabe protegê-la – começará por agir na defensiva, desprogramando / bloqueando o seu “projecto humano”… porque a espontaneidade, a originalidade e a criatividade não estão a ser estimuladas. Se os dons naturais forem reprimidos e desperdiçados, então haverá fortes probabilidades de o processo de desenvolvimento pessoal tornar-se “problemático”. A SITUAÇÃO PIORA AINDA, SE A CRIANÇA NÃO TIVER EM QUEM ACREDITAR / CONFIAR. ENTÃO, A AUTOCONFIANÇA E A AUTO-ESTIMA SÃO RESTRINGIDAS E AS EMOÇÕES AUTO-REPRIMIDAS. FINALMENTE, PARA SENTIR-SE APRECIADA E PROTEGIDA, TORNA-SE CÚMPLICE DA DISSIMULAÇÃO / FINGIMENTO DO ADULTO, O QUE, NÃO SENDO DE SUA NATUREZA, É UM SUBTERFÚGIO NECESSÁRIO PARA “SOBREVIVER” . . . NUM CONTEXTO POUCO SAUDÁVEL, PATOLÓGICO. Mentira e verdade são apreendidas intuitivamente pela criança, permitindo-lhe “avaliar” se o adulto está a ser autêntico ou se, afinal, é instável, crítico e / ou autoritário. O dilema que se coloca ao adulto é o de conciliar a atenção e o apoio às necessidades emocionais (e ao mundo próprio) da criança, com os “chamamentos” do mundo concreto do adulto… que augura “reputação”, “poder”, “benefícios”.

REFLEXÃO

A CRIANÇA É UM SER PURO, LIVRE E COMPLETO, UM “MUNDO” EM ADAPTAÇÃO QUE “ABSORVE”, SEM FILTROS, O QUE LHE É DADO OBSERVAR E VIVENCIAR . . . interacções com o meio, imagens, gestos, sons e tons. “Conhecimento e desenvolvimento pessoal ocorrem por meio de diferenciação e integração”, (Wilber, K., 2005).
A natureza da criança é espontânea, livre e sincera, em oposição à do adulto que “experimentado”, porém está corrompido pela “receita alheia” mãe do preconceito.

A CRIANÇA CONQUANTO POSSA SER PROBLEMÁTICA, ELA NÃO É A CAUSA DOS “PROBLEMAS”, ANTES, O FRUTO DA INCORPORAÇÃO DE “DISFUNCIONALIDADES”, DESIGNADAMENTE, SER EQUIPARADA A UM (“MINI”) ADULTO.

Auto-repressão emocional e conflitualidade latente são sequelas de vínculos afectivos fracos ou ausentes e de eventos traumáticos que podem permanecer registados nas memórias emocional e celular, ao longo da Existência…pelo menos, por aqui, Terra. ENQUANTO OS REGISTOS RESTRITIVOS NÃO FOREM TRANSMUTADOS, SOBREVÉM-LHES SOFRIMENTO PSÍQUICO, “PENSAMENTOS NEGATIVOS”, “ATITUDES DISRUPTIVAS / TRANSGRESSIVAS”, “RELACIONAMENTOS DISFUNCIONAIS” E “NÃO-INCLUSIVOS”. Se o adulto não economizar em CONHECIMENTO, ATENÇÃO, APOIO, CARINHO E AMOR (escuta activa, toque físico, contacto visual, disponibilidade e diálogo construtivo) está a ensinar a criança a CONFIAR EM SI E NOS OUTROS, A SENTIR-SE INTEGRADA, PROTEGIDA, SEGURA E AMADA. A ESTABILIDADE EMOCIONAL PORQUE REFORÇA A AUTO-ESTIMA E A AUTO-CONFIANÇA É BEM CAPAZ PARA PREVENIR “DOENÇAS”.

 

2) . . . NO ADOLESCENTE


INCIDÊNCIA DE DOENÇA PSICOSSOMÁTICA NO ADOLESCENTE – “INICIAÇÃO” E IDENTIDADE

No processo de desenvolvimento pessoal, a adolescência equivale à fase da “travessia do deserto”. As bases da identidade começam a ganhar relevo e a consolidar-se. A importância da experiência prévia da infância tem um peso significativo, pois conforme tenha decorrido, assim a organização da individualidade poderá revelar-se “normal”, ou agitada. Se, o presente adolescente não foi objecto de atenção nem de apoio emocional, na fase antecedente, então há registos emocionais que podem vir a tender para conflitualidade emocional, falta de empatia e de tolerância, falta de resistência à frustração, e capacidade de resiliência. Então, a motivação (extrínseca e intrínseca), a autoimagem e autoestima positivas, podem bloquear, ou colapsar…porque não há preparação para a aprendizagem de competências, superação de desafios, imprevistos e contratempos.
Um “ritual de passagem” não cumprido e uma “travessia do deserto” prolongada, podem conduzir a distintas manifestações de descontentamento, das quais, a mais extrema, é a negação de semelhanças com os padrões de funcionalidade mental e / ou com a compleição física dos progenitores.
BULIMIA E ANOREXIA NERVOSA, por exemplo, tidas como doenças dos foros psíquico e neurológico, podem muito bem ser – ou, são mesmo – respostas emocionais (simbólicas) a experiências “disfuncionais”. O nível de conhecimento/ “experiência pessoal adquirida” não possibilita que o jovem lide, que aceite, integre e resolva, a gosto, as questões quotidianas, e que as entenda como oportunidades e lições / aprendizagem da Vida. A qualidade das escolhas deriva do nível de desenvolvimento pessoal, pelo que, no adolescente, uma pequena contrariedade, tanto pode ser realizada com destreza, como revelar-se desmesurada.
Na adolescência as escolhas são feitas com ligeireza porque a velocidade, a falta de paciência e de tolerância imperam nesse “mundo” efémero e unidimensional – ou “unipessoal”!?
De facto, a percepção incompleta e veloz de mundo “desagrega” o que é unitário e indivisível, separa a Parte do Todo, acarretando imprevistos e adversidades que acarretam incompreensão, desamparo e frustração de fantasias e sonhos. A frustração recorrente pode sabotar o desenvolvimento de um “projecto pessoal” e projectar ou transferir a culpa dos “fracassos” para terceiros. Portanto, acompanhamento adequado e reforços positivos são demonstrações de atenção e apoio que muito podem ajudar na mitigação de “decepções”, e nos desenvolvimentos da auto-confiança, auto-estima e da “satisfação” pessoal. Apoio parental negligenciado, erros de julgamento e avaliação, conformação com um padrão mental estabelecido, viciam a auto-imagem, moldam o indivíduo aos desejos/expectativas de outrem, transformam-no em sucedâneo de si mesmo… com resultados que poderão revelar-se trágicos.

Lembrete para progenitores: TODA A (INTENÇÃO) ACÇÃO/NÃO-ACÇÃO/DECISÃO, ENCERRA UMA RESPOSTA/CONSEQUÊNCIA INTRANSFERÍVEL. . . DE VALOR IDÊNTICO E EM SENTIDO OPOSTO.

REFLEXÃO

Frieza ou fraqueza nos laços emocionais/vínculos afectivos, empobrecem e dificultam um processo de crescimento pessoal, concretamente, o desenvolvimento de competências para fazer escolhas acertadas, superar desafios quotidianos e aceitar as respostas consequentes (pena ou prémio).
O desânimo é um sentimento (“negativo”) que bloqueia o pensamento criativo e que adensa a conflitualidade – consciente ou latente. Sentimentos inerentes a perda e abandono podem, na juventude, ser transmutados e somatizados – e enquadrados – em conformidade com o “cardápio das psicopatologias”: BULIMIA E ANOREXIA NERVOSAS, TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO, SÍNDROMAS ANSIOSO E VERTIGINOSO, “APEGO”/DEPENDÊNCIA … DE OBJECTOS E PESSOAS, DE EXPERIÊNCIAS PASSADAS, COMPORTAMENTOS ADICTIVOS – álcool e outras drogas – INTERNET E “JOGO PATOLÓGICO”.
A qualidade da “travessia” da adolescência é capital para a formação e a afirmação de um tipo psicológico/personalidade. . . das suas relações consigo, com os outros e com o ambiente envolvente. ATENÇÃO, APOIO E DIÁLOGO INCLUSIVO SÃO INDISPENSÁVEIS PARA MINIMIZAR O MEDO DE PERDA DE ALGUÉM GRATO, PARA RESOLVER/CURAR O APEGO A EXPERIÊNCIAS PRETÉRITAS, A PESSOAS E A COISAS. BONS NÍVEIS DE AUTO-CONFIANÇA E DE AUTO-ESTIMA, APAZIGUAM O ESPÍRITO, MOTIVAM O BEM-ESTAR INTERIOR E “LIGAÇÕES” ESTÁVEIS E SAUDÁVEIS.

 

3) . . . NO ADULTO


INCIDÊNCIA DE DOENÇA PSICOSSOMÁTICA NO ADULTO – “LIGAÇÕES” DISFUNCIONAIS / SEQUELAS DE CONFLITO EMOCIONAL LATENTE

Um indivíduo – homem ou mulher – auto-reprimido pode desenvolver-se em harmonia, aparente, até à fase adulta. TODAVIA SE, DESDE CEDO E DE FORMA CONTINUADA, TEVE DE COMPENSAR MEDOS E FOBIAS, DE INIBIR A ESPONTANEIDADE E A CRIATIVIDADE PESSOAL, A AUTO-EXPRESSÃO E A AGRESSIVIDADE, ENTÃO, NA FASE ADULTA (somatório e consequência das vivências pretéritas da infância e da adolescência) “PENSARÁ” SER NORMAL EXIGIR DO SEU PAR QUE POSSUA (OU DESENVOLVA) “DONS DE LEITURA DA MENTE”, “ADIVINHAÇÃO” DE PENSAMENTOS, INTERESSES E…”DESEJOS ÍNTIMOS”. Este tipo de padrão comportamental está associado a ausência de vínculos afectivos nas fases precedentes do desenvolvimento pessoal.

DAÍ, O INDIVÍDUO NÃO SENTIR NECESSIDADE DE VERBALIZAR SENTIMENTOS PROFUNDOS, POIS, NÃO SÓ OS DESCONHECE, COMO TEME, REJEITA E/OU REPRIME AS PRÓPRIAS EMOÇÕES.
O perfil patológico encaixa em indivíduos que sofreram agressões físicas e/ou emocionais, ou, cujos vínculos afectivos tenham sido débeis ou nulos.
Eis, em suma, o que permanece plasmado nos recantos obscuros da mente subconsciente e que pode ser essencial para a incidência de “patologia psicossomática”. A remissão de sintomas e a cura (autêntica) das causas do conflito emocional dependem da capacidade de cada indivíduo para integrar e resolver os registos negativos de ocorrências traumáticas na infância, na adolescência, ou na sua fase actual. A auto-repressão emocional é um sintoma que tem origem em conflitos emocionais/experiências traumáticas…que permanecem latentes/ocultos.
UM INDIVÍDUO, NA FASE ADULTA, ESTÁ SOB O DOMÍNIO DA “MENTE RACIONAL” E DO “EGO”, O QUE LEVA A QUE PENSAMENTOS E ATITUDES SEJAM MAIS ELABORADOS E, SUPOSTAMENTE, COMPENSAR MEDOS, FOBIAS E ANGÚSTIAS, INSEGURANÇAS E SENTIMENTOS DE CULPA. “SOCORRE-SE” DE “MECANISMOS DE DEFESA PSICOLÓGICA” (DO EGO), NOMEADAMENTE, A NEGAÇÃO, A AUTO-REPRESSÃO EMOCIONAL, A PROJECÇÃO E A RACIONALIZAÇÃO…PODENDO ESTA “TRAVESTIR-SE” COM UM “ELABORADO” MAS INCONSISTENTE ARGUMENTÁRIO. TODAVIA, MEDO E CULPA PERMANECEM.
A investigação pós moderna comprova – 2.400 anos depois da proclamação de Sócrates – que a origem de uma doença é descoberta nos domínios ocultos da mente, indiferentemente de essa doença ter sido desencadeada por vírus, bactérias, genética, acidentes, ou outras causas.

REFLEXÃO

DURANTE OS ANOS IMPORTANTES DAS NOSSAS VIDAS FICAMOS, FREQUENTEMENTE, “DESLUMBRADOS” COM RELACIONAMENTOS AMEAÇADORES, FAMÍLIAS DISFUNCIONAIS, ESCOLAS CONSERVADORAS, EMPREGOS REPRESSIVOS, RELAÇÕES AMOROSAS COMPLICADAS.
A mente humana arquiva todas estas experiências sob a classificação de “AMEAÇA”… à segurança psicológica, à auto-confiança e manutenção da autoestima. Este tipo de ameaça acabará por caracterizar um trauma emocional particular. Por sua vez, o trauma provoca um bloqueio energético específico que, por fim, reflecte as “feridas emocionais” abertas por experiências traumáticas…medos racionais e / ou incontroláveis, ameaçadores da sanidade mental.

 

4) TERATÊUTICA ESPECÍFICA – DESCONDICIONAMENTO DA MENTE


Basicamente, trata-se de Ressonância Energética determinante para:
1) o descondicionamento da mente/reprogramação de padrões mentais desajustados;
2) resolver o distúrbio físico celular que se manifesta no plano corporal.

A REORGANIZAÇÃO DE UM PADRÃO DE PENSAMENTO, A AUTO REGULAÇÃO EMOCIONAL, DETERMINAM A CONVERSÃO BIOLÓGICA E CELULAR IDÊNTICAS (Lypton, 2005).

A prática pessoal de duas décadas, em clínica vibracional, comprova os resultados da investigação, isto é, que a doença tem origem nos domínios ocultos da mente – pensamentos, sensibilidade e emoções – mesmo quando provocadas por vírus, bactérias, “herança genética”, acidentes, ou outras causas. Sendo o factor emocional suficiente para desencadear e/ou agravar uma doença, então, a cura de uma disfunção básica não é exclusividade científica, mas consequência da associação de factores emocionais, designadamente, sensibilidade e autoconfiança.

AS “NOVASEVIDÊNCIAS” ESTÃO A AJUDAR ESPECIALISTAS E LEIGOS, DE TODO O PLANETA, A MELHORAR AS SUAS FORMAS DE PENSAR E DE CONVIVER, CONSEQUENTEMENTE, A ELEVAR OS SEUS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA… DIRECCIONADOS PARA A PAZ INTERIOR, PARA O BEM-ESTAR, SAÚDE E PRODUTIVIADE