Doenças tratadas

CAUSAS E CASOS


A cura perdurável de doenças como Enxaqueca, Depressão Nervosa, Medos e Fobias, Tiques Nervosos, Fibromialgia, Artrite Reumatoide, Esclerose, Hiperatividade e Dislexia, Transtorno do ciclo sono- vigília, Epilepsia, Enurese Noturna, Compressão do Nervo Ciático, Hérnias Discal, do Hiato, Abdominais, Psoríase, Bronquite Asmatiforme, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Obstipação, Síndrome de Chron, Síndrome de Asperger, Osteoporose da Anca, entre outras, exige terapêutica de fundamento holístico/transpessoal, isto é, com capacidade para atuar sobre o indivíduo/Ser multidimensional, consubstanciado em Espírito, mente e corpo físico, quer dizer, sobre os distintos planos existenciais do Ser, designadamente, aqueles que transpõem o mundo observável e perduram na realidade espiritual e eterna da vida.

 
 

CONFLITO EMOCIONAL
BLOQUEIO ENERGÉTICO E SINAIS DE DOENÇA


Um bloqueio no sistema energético é consequência de pensamentos e sentimentos negativos que permanecem registados na mente subconsciente, desde o momento da eclosão de um conflito emocional (Obissier, 2003).

A acumulação de pensamentos e sentimentos negativos leva a uma postura mental, patológica de negação e/ou fuga, isto é, de substituição de uma situação que nos incomoda, por uma outra, enganosa, com a qual o indivíduo pensa poder lidar facilmente e resolver sem dor. Para se defenderem do sofrimento e da dor, a mente e o ego geram a energia suficiente para, como num golpe de mágica, substituir uma realidade dolorosa e inconveniente, por uma versão, imaginária de fácil “resolução”.

Assim, começamos a ficar “doentes” quando protelamos a resolução de um problema, de uma crise, de um conflito.

As dúvidas, as crises e os conflitos emergem como informação (simbólica) de que o modelo que estamos a seguir não se ajusta à harmonia primordial nos relacionamentos (consigo e com os outros). Quanto mais adiadas forem as tentativas de resolução de um conflito, mais perturbação se “armazena” na mente subconsciente.
Logo, os níveis de desconfiança e de insegurança elevam-se e, a auto-estima, o bom humor e as defesas do sistema imunitário deprimem. Emergem, então, os sinais de doença.

CONDIÇÕES “AMBIENTAIS” HOSTIS PERMANÊNCIA DO CONFLITO E GRAU DE DOENÇA


A intensidade e a permanência de um conflito emocional determinam a dimensão e o tipo de doença. (Shealy & Myss, 1993).

Quando as condições ambientais concernentes a relações familiares actuais e antecedentes, sociais e profissionais, são de natureza hostil, a terapêutica concomitante que congrega as energias do indivíduo e do factor “ambiental” perturbador, é recomendável.

Este tipo de sessão melhora as relações do indivíduo que busca a cura, com o contexto hostil, designadamente, pressão psicológica e obediência à vontade alheia, ingestão de álcool e substâncias psicotrópicas.

A terapêutica acessória tem evidenciado resultados únicos, mesmo na resolução de relações problemáticas com planos exteriores à nossa realidade/outras (eventuais!?) dimensões.

A experiência é esclarecedora: as ligações energéticas entre as diferentes dimensões da Existência –também as desconhecidas e ocultas– são viáveis.

Os resultados da pesquisa aturada sobre uma metodologia terapêutica específica para alcoólatras e bebés com transtorno do ciclo sono vigília – não dormem de noite – são, disso, prova eloquente.

 

PATOLOGIA ACOMPANHADA


Os tratamentos da Depressão Nervosa associada a doenças incapacitantes, especificamente, Hérnia Discal, Compressão do Nervo Ciático/Ciatalgia, Disfunções do Aparelho Digestivo (Estômago, Fígado, Vesícula Biliar), Cólon Irritável, Colite Ulcerosa, Doença de Crohn, Disfunção Eréctil, Artroses, Artrite Reumatóide e Fibromialgia, têm alcançado taxas de remissão que rondam os 100%.

Em doenças diagnosticadas como Nevralgia do Trigémeo, Tendinite, Hérnias Abdominal, do Hiato, Umbilical e Inguinal, Quisto Sinuvial, Enxaqueca, os níveis de restabelecimento da saúde são notáveis.

A Terapia Vibracional aplicada à resolução de Distúrbios/Transtornos dos foros neurológico e psicológico como “Doença Bipolar”, “Transtorno Obsessivo – Compulsivo”, “Doença de Parkinson”, “Demência Virtual”, “Trouble Affective Bipollaire et Psychose Delirante Chronique”, Epilepsia, Medos e Fobias, “Síndroma Vertiginoso Incapacitante”, exige uma continuidade de 5 a 7 sessões para alcançar níveis assinaláveis de transmutação do padrão emocional/reversão da patologia.

A Paralisia Cerebral, pela própria natureza excepcional, obriga a uma dedicação redobrada, mas, apesar disso, o êxito alcançado fica aquém do desejável. Saliento, todavia, que, numa menina com um índice de Apgar 3, a recuperação surpreendeu progenitores, médico e terapeuta, pela positiva. Noutra circunstância, índice de Apgar 6, os resultados, embora “reconfortantes”, como, alegadamente, terá admitido o Neurologista, não corresponderam ao desejado.

Síndrome de Asperger, Hiperactividade, Gaguez e Tiques Nervosos, “Dermatite Atópica”, “Psoríase” e “Enurese Nocturna”, alcançaram resultados inquestionáveis, muitos deles verificados por médicos.

Os tratamentos de Hiper e Hipotiroidismo, Alcoolismo (*), Bronquite Asmatiforme, Pneumonia (bilateral), Insónia, Reumatismo, Depressão Pós Parto, Infertilidade (incapacidade/dificuldade p/consumar gravidez), “Sarcoidose Muscular”, “Esclerose Amiotrófica”, “Esclerose Múltipla”, “Miastenia”, “Atrofia da Bexiga”, Infecções Urinárias de Repetição, têm obtido níveis de remissão extraordinários.

Na Toxidepência, Compulsão para o Alcoolismo e Jogo, Tumores Benigno e Maligno da Mama, Bexiga, Pele, Pulmão, Colo do Útero, Cólon, Hiperplasia da Próstata, “Hepatite C com Cirrose Hepática associada”, Distúrbio do Ritmo Circadiano/Transtorno do Ciclo Sono – Vigília (particularmente em bebés que trocam os tempos de sono e de vigília), têm alcançado resultados igualmente benéficos. As consequências, na Diabetes tipos 1 e 2, são bastante animadores.

 

TERAPIA DE MANUTENÇÃO CONTRA A RECIDIVA


As diferentes pressões sobre o indivíduo e a permanência num ambiente que lhe é hostil, constituem-se factores favoráveis à recidiva.

A doença deve ser, idealmente, prevenida, mais do que remediada.

Uma única sessão terapêutica, intervalada a 6 ou 12 meses, é bastante para manter harmonia na unidade de Espírito, Mente e Corpo/Saúde. O abandono do “protocolo” facilita a reincidência da doença.

 
 

IN EXTREMIS/OUTRA NOÇÃO DE “MORTE”


Em cerca de 80% dos casos diagnosticados pela medicina convencional como Neoplasia/“Cancro”, a qualidade do tempo remanescente/de “sobrevida” do paciente deve ser ponderado e ser-lhe concedida essa prova de amor. Há familiares que, apesar do prognóstico médico animador, não desistem de propiciar ao familiar em “final de etapa”, a possibilidade de “experienciar” a transição de uma forma condigna, serena e pacificadora.

A investigação acaba por justificar a benignidade deste aspecto:

. . . os seres mais esclarecidos e preparados para a transição (morte), conseguem compreender que a Alma está a libertar-se do corpo físico, enquanto os outros, menos evoluídos, poderão permanecer ligados – durante meses, dias ou anos – a acontecimentos, a pessoas, ou ao património material que deixaram… julgando, alguns, estarem ainda fisicamente vivos, outros percebendo o seu estado (Portela, 2013).

A prática terapêutica pessoal confirma a convicção de que os defuntos que “teimam em manter-se agarrados” à Vida terrena bloqueiam a própria evolução, pois permanecem encrencados num sofrimento que não hesitam em transferir para quem lhes tenha sido/e seja, próximo ou familiar e não lhes esteja a dispensar a atenção que querem merecer.
Uma “pessoa” é, em Consciência, uma partícula energética que transita entre diferentes estados de Alma – nomeadamente o físico.
Quando a transição para um novo plano ou dimensão da Existência é previsível, a pessoa deve preparar a aceitação da “metamorfose” – ser ajudada a libertar-se do apego – dissolvendo sofrimento que, a permanecer, poderá, deliberadamente, ser infligido a parentes que permaneçam do “lado de cá”.

“DESERÇÕES” / ABANDONO DO “PROTOCOLO TERAPÊUTICO”


Apesar de raras, as “deserções” ocorrem, geralmente, após a 1ª sessão.

Uma relação terapêutica não é fácil, o que me leva a associar a deserção ao seguinte:

a) ocasionais efeitos colaterais desagradáveis-
sentimentos de culpa, ansiedade e angústia, cefaleias, vómitos, diarreia, choro convulsivo, depressão atípica – embora seja meu hábito alertar para a probabilidade de alguma ocorrência, transitória e inócua;

b) o processo de remissão é gradual, podendo o tempo que decorre até à verificação dos “óptimos resultados” – legitimamente desejados – parecer excessivo;

c) o “confronto” como uma lógica “anómala” dificulta a compreensão de um processo que é, estranho, impenetrável e incontrolável.

A lentidão decorre da complexidade e da natureza de cada caso, havendo que não perder de vista, que há muita coisa envolvida, que atravessa níveis distintos da existência até à sintonia com a harmonia eterna do espírito. Há que saber lidar, hábil e criativamente, com um emaranhado de questões espirituais e emocionais não resolvidas.
Apesar do estudo dedicado do Transpessoal, das Ciências da Consciência e da Espiritualidade, da percepção intuitiva, não encontro explicações convincentes no quadro da lógica humana. A “coisa” ultrapassa-me, porque o mistério não se explica. Ainda que usufrua do “estatuto” de mediador/medium de comunicação entre mundos distintos e participar na ajuda à cura, mantenho a convicção de que sou, apenas, um instrumento ao serviço de causas maiores e ocultas.

 
 

“SÍNTESE DE CASOS – 30 “NARRATIVAS” (2006 – 2014)


Depressão Nervosa, Quisto na Tiróide e Parestesias/“Formigueiro nas Mãos – Mulher, 41 anos – sob vigilância médica e psiquiátrica; cura alcançada com 4 sessões terapêuticas distribuídas por 2 meses;

Doença Bipolar com antecedentes de internamento psiquiátrico (situação existente à data das primeiras sessões) – Homem, 41 anos – remissão verificada em 10 sessões distribuídas por 18 meses (8 sessões terapêuticas iniciais foram realizadas à distância);

Compressão do Nervo Ciático, Quistos Mamários, Depressão Nervosa – Mulher, 68 anos – sob vigilância médica; cura verificada com 8 sessões distribuídas por 13 meses;

Sinusite Crónica e Hiperplasia Benigna da Próstata – Homem, 53 anos – sob vigilância médica; remissão em 5 sessões distribuídas por 3 meses;

Ruptura de Ligamentos – (inserções musculares na região da Omoplata esquerda) – Homem, 58 anos – “ dorme com dificuldade desde há 2 anos, não consegue deitar-se sobre o lado esquerdo, apesar da medicação e infiltrações dolorosas”; 4 sessões distribuídas por 2 meses levam à remissão da patologia; o paciente reapareceu 2 anos depois…para tratar uma “depressão”…; 1 única sessão terapêutica foi bastante para resolver a causa e modificar o padrão mental desencadeante; não mencionou queixas relativas à ruptura de ligamentos;

Neoplasia do Pulmão e Depressão Nervosa Associada – Mulher, 64 anos – Aparecida na consulta aquando dos primeiros sintomas da doença, sem diagnóstico médico conclusivo; regeneração alcançada com 11 sessões distribuídas por 12 meses; terapia vibracional concomitante com rádio e quimioterapia; 3 anos após revelava bons níveis de humor e de bem-estar. 3 Meses após a conclusão da terapia clássica, participava em actividades sociais que mantém nos anos subsequentes. Caso único de êxito contra Neoplasia do Pulmão; quatro outros casos não lograram ultrapassar a fase inicial da terapêutica …a desistência determinada por familiares é um factor que levo em consideração;

Tributo especial: Neoplasia do Pulmão com 1 ano de evolução, metástases na coluna vertebral e ossos; antecedentes de Neoplasia da Próstata – Homem, 61 anos – Ao familiar que me contacta para averiguar das probabilidades de ajudar na melhoria do estado de saúde do parente em apreço, contraponho a não previsibilidade de melhoria e que o tempo de Vida, conforme previsão médica, poderá mesmo ser breve. Devido a razões múltiplas (1.400 km de ida e volta, mais debilidade física e emocional da pessoa), sugeri que com a terapia à distância se poderia diminuir o sofrimento e garantir uma transição de qualidade para outras dimensões/“lugares” da Vida/ultrapassar a “morte”. A terapêutica factual é de 3 + 2 sessões, em menos de 2 meses, a intermitência que mediou até à “partida” do paciente. A troca regular de informações deu conta de “boas” alterações no estado emocional do doente – acalmia, apesar das dificuldades de ventilação / “respiração”; nas 2 últimas semanas foi assistido por “uma enfermeira que parece um anjo” o que muito veio facilitar uma “partida” em paz … rodeado pela família e reconciliado com um filho com quem as relações afectivas eram (quase) inexistentes … 5 anos volvidos o familiar consulta-me e aconteceu, espontaneamente, uma comunicação reveladora: a partícula de energia (do paciente ido) manifestou-se sob aspectos que só o familiar presente conhecia e que me confirmou serem verdadeiros. Dois anos de pesquisa sobre a possibilidade de comunicação entre os mundos visível / concreto e invisível / metafísico, levam-me a concluir que existe interacção energética / troca de informação entre mundos diferentes / outros patamares existenciais. (O Experimento de Scole / The Scole Experiment, constitui prova incontroversa). São factos que me ajudam a defender outras, novas e “ousadas”, perspectivas e possibilidades de cura… como expressão do potencial oculto do Ser… desconhecido;

Síndrome de Asperger (forma leve de autismo) diagnosticada clinicamente nos 6 meses precedentes – Menino, 3 anos – “sob vigilância clínica e sem resultados visíveis”; após a primeira sessão revela acalmia (menor nível de agressividade) e começa a estabelecer comunicação regular com o mundo exterior; cura alcançada com 7 sessões distribuídas por 6 meses; mantém-se estável após um ano – médica assistente comenta resultados com estupefacção e ironia;

Colite Ulcerosa com Depressão Nervosa Associada – Mulher, 55 anos – acompanhamento regular de Prof. Psiquiatra, desde há 25 anos; cura alcançada inesperadamente com (“apenas”) 3 sessões distribuídas por 2 meses, o que considero excepção em função dos relatórios que me foram exibidos;

Litíase Renal (Pedras nos Rins) e “Stress” – Homem, 63 anos – sob vigilância médica; remissão da patologia com 3 sessões distribuídas por 3 meses; ecografia anterior à penúltima sessão revela não existência de cálculos renais – cf. relatório do médico urologista;

Depressão Nervosa Recorrente – Mulher, 55 anos – Sequelas físicas e emocionais de grave acidente de viação, 6 anos antes: recuperada com 5 sessões distribuídas por 3 meses;

FASE I – Personalidade Depressiva – Mulher, 61 anos – acompanhamento médico – diferentes “ensaios” com anti depressivos não resultaram; restabelecimento alcançado com 4 sessões distribuídas por 2 meses; por solicitação da própria têm lugar 3 sessões extra (manutenção dos bons resultados); FASE II – Artrose da Cabeça do Fémur direito – sob vigilância de ortopedista que lhe sugere cirurgia para colocação de prótese… apesar de Ressonância Magnética inconclusiva; a diagnose (intuitiva) das causas emocionais da doença, aponta para a necessidade de 3 sessões de terapia vibracional para correcção do padrão mental, consumaram a cura da causa em 3 meses – a cirurgia ortopédica prevista não aconteceu e… não há registo de dor ou incómodo, há mais de 6 anos;

Prostatite com Depressão Nervosa Associada – Homem, 47 anos – Vários anos de medicamentos e consultas médicas não produziram resultados convincentes; cura alcançada com 5 sessões distribuídas por 6 meses;

Disfunção Eréctil – Homem, 49 anos – Psicoterapia clínica e endocrinologia não originaram resultados desejáveis; 4 sessões distribuídas por 3 meses, levaram a níveis de remissão não alcançados até então;

Agorafobia (ataques de pânico / medo de multidões) – Mulher jovem, 18 anos – “Após 2 anos de encharcamento em ansiolíticos, acompanhamento psicológico e sessões de hipnose clínica, o meu estado não evoluiu”. Acordo terapêutico de 5 sessões distribuídas por 4 meses levou a uma melhoria revelada poucos dias após a primeira sessão; nos 3 dias posteriores à sessão III – época de Carnaval – a paciente propôs-me testar-se numa discoteca de grande capacidade; foi realizada uma sessão prévia de relaxamento passivo com “sugestão pós hipnótica” para reforço da autoconfiança … as espectativas da própria foram ultrapassadas: permaneceu na discoteca, completamente lotada, sem constrangimentos e pelo tempo que lhe apeteceu. “Admirável”… assim a paciente qualificaria a própria experiência.

Paralisia Cerebral c/ Apgar 9 – Menina, 10 anos – Na sessão 5 (de 6) sai da letargia e as convulsões diminuem; as tentativas de comunicação oral não são inteligíveis. Todavia, é de registar a informação do pai: “o neuro pediatra está satisfeito com o estado clínico da… menina… acrescentando que, pela primeira vez, aceita ter havido evolução”. Noutro caso idêntico – Apgar 3 – irmã da menina supra referenciada),foram alcançados resultados inexplicáveis; noutra situação -Apgar 6 – a resposta neuronal, conquanto fraca, gerou transformações que, certificadas por exames clínicos e postura física da própria criança…foram recusadas pela médica pediatra que contrapôs avaria ocasional do equipamento… a criança estava presente e as evidências de melhoria…estavam ali;

Infertilidade com Depressão Nervosa Associada – diagnóstico clínico com sete anos…mais quatro de tentativas (inférteis) para engravidar – Mulher, 29 anos – Programa terapêutico de 5 sessões, em 5 meses. Na última sessão revelou já não estar medicada, mas…grávida e feliz. Um ano mais tarde recebi foto de uma menina, via internet;

Hérnia Inguinal – diagnóstico clínico com cirurgia a aguardar marcação – Homem, 60 anos – 2 sessões terapêuticas realizadas em mês e meio resolveram a situação…e evitaram a cirurgia clássica;

“Síndrome Depressiva e Distúrbio de Sono nos últimos 3 meses” – Mulher, 51 anos – Com a melhoria verificada após a primeira sessão é a própria que inicia o desmame da medicação (tem “autoridade” para poder fazê-lo); “doença” resolvida em 4 sessões;

Meningite Bacteriana, Paralisia Facial esq. + Hérnia Discal – despiste p/ TAC e RM; Homem, 24 anos – Consulta-me porque, diz, médico insiste na marcação de cirurgia à Coluna Vertebral. Aceitou as 5 sessões terapêuticas distribuídas por 6 meses que consumaram a cura … livre da cirurgia invasiva; 7 anos volvidos, não há registos de recidiva, nem de sintomatologia dolorosa associada. A cura foi validada em consulta médica de rotina / avaliação clínica dos últimos exames clínicos;

Pancreatite Crónica – Homem, 45 anos – Internamento Hospitalar e Prognóstico Clínico Reservado; peso de 49 Kg; antecedentes clínicos incluem “cirurgia à cauda do Pâncreas e remoção do Baço”; medicado com “paracetamol” em comprimidos e “morfina” em tiras adesivas. Um mês após o início da terapia vibracional complementar (3 sessões), o valor da Amilase baixa (260 > 86); análises clínicas e relatórios médicos ulteriores são reveladores de melhoria do estado de saúde, particularmente do Fígado, cujas funções metabólicas estão regulares; os sinais da Pancreatite, moderaram. Programa de 5 sessões de manutenção consequente leva a resultado final deveras satisfatório. Contrariamente às expectativas dos médicos, o estado de saúde do paciente estabiliza durante 2 anos, até que… aconteceu um descontrolo dos parâmetros / valores. Dada a condição de DOENTE HOSPITALAR PRIORITÁRIO foi internado, para observação. A família solicitou-me ajuda… avancei com terapia à distância…a diagnose intuitiva (equilíbrio do sistema energético) sugere que não se trata de lesão do Pâncreas; as indicações / sinais apontam para provável disfunção do Fígado, ou… da Vesícula Biliar (VB). Os médicos, todavia, tiveram dificuldade em obter um diagnóstico conclusivo…um Hepatologista sénior asseguraria tratar-se de “deslocamento de lamas da VB”. Conclusão: Desde há mais de dez anos que a pessoa retomou as rotinas profissionais num quadro normal, com a dose diária de insulina reduzida, por indicação médica;

Atraso Cognitivo, Dislexia, Asma Brônquica – episódios de auto mutilação e agressividade associados – Menino, 9 anos – Aluno do Ensino Especial, com acompanhamento psicológico. Após 4 sessões terapêuticas (intervalos mensais) a professora refere que o “menino está diferente, motivado e solidário” (…) “ e os seus desenhos já não expressam agressividade, mas amizade”; 6 sessões terapêuticas distribuídas por 6 meses originam resultados deveras significativos;

Fibromialgia – Diagnóstico clínico com 6 anos – Mulher, 37 anos – Após a primeira sessão de Terapia não Local / Cura à Distância, refere alívio da dor e que dorme normalmente. Apesar de informada sobre a possibilidade de ocorrer algum episódio doloroso / resposta às mudanças profundas que vão processar-se, entrou “em pânico” quando, 2 dias após a penúltima sessão isso aconteceu. O restabelecimento foi clinicamente confirmado depois de 5 sessões distribuídas por 6 meses… “a médica deixou de prescrever medicação”. Em função da distância entre a residência da paciente e o local de consulta, só a primeira sessão foi presencial, quer dizer, 5 das 6 sessões terapêuticas foram realizadas à distância / dispensaram a presença física da paciente;

Colite Ulcerosa Crónica – diagnosticada há 25 anos – Homem, 50 anos –“Durante estes anos recorri a diversas terapias, sempre a muitos medicamentos, mezinhas e, até, outras coisas, mas… não houve resultados animadores, com nada”. O programa terapêutico estabelecido é de 6 sessões distribuídas por 2 meses. Decorridos mais de 10 anos e sem medicação prescrita, há a registar um afloramento…acontecido sob a pressão de tensão emocional continuada;

Maculopatia com redução da visão central próxima dos 90% – Mulher, 46 anos – Diagnóstico de médica neuro-oftalmologista, reconfirmado no país e no estrangeiro; exames complementares de diagnóstico, ulteriores, levam ao despiste de infecções urinárias de repetição e Trombose Renal; o processo terapêutico dura cerca de 4 meses, para 4 sessões; na sessão III, a paciente mencionou, visivelmente bem-humorada: “as infecções urinárias pararam e os olhos melhoraram bastante”;

Hepatite C + Cirrose Hepática + Fibrose + Depressão Nervosa Associada – Homem 55 anos – Aparece na consulta, “por lhe ter sido sugerido transplante do Fígado”. Falou com amigo Hepatologista que lhe recomenda prudência. Comenta Depressão Nervosa que reconhece ter sido desencadeada pela leitura das bulas da medicação. Na sessão II aparece mais preocupado com a ansiedade, pois a função hepática regista melhoria – “TRANSAMINASES BAIXARAM DE 238 PARA 86”. Processo terapêutico dura 3 anos – 5 sessões iniciais a intervalos de 30 a 45 dias, mais 4 ulteriores alternadas a 6 meses e uma última a 1 ano. Os indicadores da Cirrose Hepática evoluem favoravelmente, “baixando de 23 para 8”. No início da última sessão foram suas as palavras: “Estou bem, está tudo bem…limpíssimo”. Notícias continuam animadoras, volvidos 4 anos;

Sarcoidose + Ataques de Pânico – Mulher 26 anos – Sinais e sintomas: edema dos tornozelos, dor nos joelhos e ancas, gânglios pulmonares que aumentam em número, dor articular; exames complementares de diagnóstico para despiste TP e SIDA são inconclusivos; aguarda resultados de hemograma…um mês depois de iniciada a terapêutica vibracional refere que “cefaleias neste momento são raras, quase insignificantes comparativamente ao que eram”; “faz exame posterior com anestesia geral”; “dores de cabeça não voltaram”… “entretanto tem nova consulta e é mandada para Lisboa para lhe ser feita biópsia ao tecido pulmonar”; 6 sessões operam a remissão em 6 meses, designadamente, a normalização dos períodos menstruais;

Litíase Renal / Cálculos Renais, Arritmias e Hipertensão Arterial – Mulher, 38 anos – Cálculos com diâmetro de 10 m/m e Tensão Arterial ~ 145 -> 105; na sessão 4 (de 5) o médico urologista menciona: “no scanner, já não se observam cálculos, mas areias”;

Síndroma Vertiginoso Incapacitante – Mulher 61 anos – Neurologia e prescrição medicamentosa, durante 6 anos…sem resultados (…) refere alívios transitórios de curta duração; “normalidade” restabelecida com 4 sessões distribuídas por 4 meses; realizada sessão de manutenção nos 6 meses posteriores; próxima está prevista para 1 ano; não se registou qualquer sintoma, desde a segunda sessão;

Artrite Reumatóide – Mulher, 54 anos – “A medicina convencional diz não haver cura para a Artrite Reumatoide”. A experiência não me deixa dúvidas quanto à complexidade de um processo de reversão da Artrite Reumatoide, todavia …é passível de cura… este caso necessitou de 5 sessões distribuídas por 6 meses; cerca de 1 ano depois a paciente apareceu com um “diagnóstico inconclusivo” de Lúpus…a coisa parece resolvida…depois de 6 sessões (1 mensal) … sessão de manutenção a cada 6 meses.